Intercâmbio Internacional dos Patrimônios da Humanidade: O Samba de Roda e o Maloya
Publicada em 12-02-2011
A UNESCO outorgou para o SAMBA DE RODA DO RECÔNCAVO BAIANO em novembro de 2005 e para o MALOYA da Ile da Réunion em  outubro de 2009 o Título de Patrimonio Oral e Imaterial da Humanidade.
 

MALOYA: PATRIMÔNIO DA HUMANIDADE

 

Maloya é uma forma de música, canto e dança nativa da Ilha de Reunion, que tem origens mistas desde seu início. Maloya foi criado por escravos e descendentes deles da África e Madagascar nas plantações do açúcar de cana e foi aos poucos apropriado e executado pela população inteira da Ilha. Inicialmente foi concebido como diálogo entre um solista e um coro, acompanhados de instrumentos percussivos e hoje o Maloya existe numa variedade crescente de formas musicais, no que se refere as cantigas e instrumentos musicais (introdução de djembes, sintetizadores, tambores etc.)

 

 

O Maloya é cantado e dançado no palco por artistas profissionais ou semi-profissionais e muitas vezes misturado com Rock, Reggae e Jazz, inspirando a poesia cantada e ritmada. Embora originalmente dedicado à devoção dos ancestrais, o Maloya se desenvolveu gradativamente como um lamento contra a escravidão e nos últimos trinta anos se tornou símbolo nacional da identidade cultural da Ilha de Reunion.

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: CASA DO SAMBA
créditos - login